imagem: Facebook

→ Leia o primeiro capítulo do livro aqui.

Olá pessoal!

Acabei de ler o primeiro capítulo de É Assim Que Acaba, da Colleen Hoover e decidi postar aqui no blog da Ju as minhas primeiras impressões sobre.

Sinopse: Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. Ela percorreu um longo caminho desde a infância, em uma cidadezinha no Maine: se formou em marketing, mudou para Boston e abriu a própria loja. Então, quando se sente atraída por um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo parece perfeito demais para ser verdade. Ryle é confiante, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e se sente atraído por Lily. Porém, sua grande aversão a relacionamentos é perturbadora. Além de estar sobrecarregada com as questões sobre seu novo relacionamento, Lily não consegue tirar Atlas Corrigan da cabeça — seu primeiro amor e a ligação com o passado que ela deixou para trás. Ele era seu protetor, alguém com quem tinha grande afinidade. Quando Atlas reaparece de repente, tudo que Lily construiu com Ryle fica em risco.
 
Opinião: Há muito tempo que não leio um romance que me prendeu tão rápido como É Assim Que Acaba! Esse foi o meu primeiro contato com Colleen Hoover e já quero mais, li apenas o primeiro capitulo da história e fiquei morrendo de curiosidade para ler todo o livro e descobrir como o romance entre Lily e Ryle se desenrola.
 
Lily acabou de enterrar seu pai quando conhece Ryle, os dois logo desenvolvem um diálogo que prende o leitor e os dois personagens se interessam um pelo outro rapidamente, o problema é que Ryle logo pensa em sexo casual com Lily, e ela não curte a ideia, isso até Ryle se aproximar um pouco mais dela... E o resto é spoiler!
 
Esse romance parece ser daqueles que te prende até você terminar de ler o livro, preciso dizer que já me apaixonei pelo Ryle hahaha. Deixem nos comentários o que vocês acharam da premissa do livro, se já leram... Enfim, quero saber a opinião de vocês!


Escrevo-te estas mal traçadas linhas com palavras de agradecimentos, talvez não seja o que queira ler, talvez o que deseje seja apenas um bilhete escrito "estou indo", mas mesmo não querendo lhe envio esta carta. Sessenta dias se passaram e nos estamos aqui intactos, vivos, talvez com alguns arranhões mas nada que um dia apos o outro não cure, o destinho foi cruel algumas vezes, nos fez participantes de uma prova de resistência mortal pode-se dizer, mas é como disse Camões "o amor é fogo que arde", se você não se submeter a alguns queimadinhos básico não é digno deles, mas nos submetemos, resistimos e vencemos.

Dias de paz reinam, como se nenhuma batalha tivesse sido travada, o nosso amor é o rei e nós seus servos, meio Rei Arthur eu sei, mas você me conhece, sou uma sonhadora. busco acima de tudo a nossa paz e conseguimos não é mesmo? Dois meses de paz, amor, compreensão nas horas necessárias, de cumplicidade, de amizade, dias de risos sem sentido, de palavras doces, de saudade, afinal os 2.100 km ainda nos assombra, mas falta tão pouco não é? Sim falta e quanto mais perto fica, mais ansiosa eu fico, nevosa, esperançosa, acredito que o que tiver de ser, será, já lutamos tanto para chegar até aqui, já passamos por tanta provação não acredito que não dará certo dessa vez, acredito que tudo tem seu tempo e que cada segundo longe de você valera a pena e serei recompensada em dobro ao seu lado.

Agradeço-lhe pelos dias difíceis, pelos dias de amor, por estar ao meu lado, pelas longas conversas ao telefone, pela paciência em me ensinar a jogar pokemon (risos) foi uma tragedia devo confessar, por tudo, por ser meu mundo, meu porto seguro, meu guia, meu menino, meu príncipe, pela alegria de ter você, por poder contar com você para me incentivar, por ser a minha inspiração diária. Agradeço-lhe por esses sessenta dias maravilhosos de milhares que ainda viração, por sermos um só, um só coração, um dia seremos três se o futuro permitir.

"Ainda que mil anos se passem meu coração pertencerá a uma unica pessoa...você."

Para: O meu príncipe distante!


Título: Bruxas: Laços de Magia
Autora: Tiffany Calligaris
Livro #1 da saga Witches
Editora: Planeta (Selo Outro)
Número de páginas: 318
Skoob

O livro acompanha o dia a dia da universitária Madison Ashford, que cursa Design Gráfico na Universidade Van Tassel, em Boston. Ela está no segundo ano e divide um pequeno apartamento com sua melhor amiga, Lucy. Madison namora Derek, atleta da instituição, mas quando o misterioso e atraente Michael Darmoon inicia seu curso em sua classe, ela se sente estranhamente atraída por ele. Na mesma época em que Michael e suas exóticas primas, todos nascidos em Salem (a terra das bruxas), se mudam para Boston, situações bizarras começam a ocorrer no campus e Madison acaba sendo alvo de alguns desses acontecimentos. Este romance da best-seller argentina Tiffany Calligaris vai agradar a fãs de Harry Potter e Crepúsculo.

Eu nunca havia lido nada de literatura argentina, o que é até vergonhoso visto que moro perto da fronteira, mas infelizmente os livros argentinos não costumam ser muito populares por aqui e acabo lendo outras coisas. Quando esse livro chegou, achei a capa bacana, mas meio apelativa, porém me interessei porque adoro a temática de bruxas e acho que esse é um universo que ainda pode ser bem explorado nos próximos anos. Não costumo ser uma leitora de romances sobrenaturais adolescentes, mas me joguei na leitura desse e não me arrependi. 

O que achei que fosse ser uma história boba sobre mais um triângulo amoroso sobrenatural se transformou num livro que devorei em um dia. Sim, um dia. Literalmente não consegui largá-lo antes de finalizar a leitura porque precisava saber o que aconteceria com as personagens. 


Tiffany Calligaris se mostrou uma surpresa total porque ela transformou uma história que poderia ser apenas mais uma em um livro bacana, com muita referência histórica às bruxas de Salem e à perseguição que as bruxas sofreram ao longo dos anos. 

“[...] Gatos pretos, Dia dos Mortos, fantasmas... Tinha alguma coisa acontecendo, alguma coisa que eu estava insistindo em ignorar.”

A história parece simples, mas vai se complicando à medida que assassinatos envolvendo um ritual macabro e bizarro vão surgindo na universidade. Madison tenta não dar importância a esses assuntos, mas eles a acabam atingindo de uma forma impactante e terrível. 

A única coisa de que não gostei na história é que Michael, o "mocinho", tem atitudes muito abusivas com a Madison e sinceramente espero que a autora melhore isso nos próximos livros porque não há carinha bonita que segure um relacionamento abusivo. 

Não sei quando sairá o próximo volume da série (que já tem 5 volumes na Argentina!), mas espero que a editora Planeta os publique logo e continue com o ótimo trabalho de revisão e diagramação que fizeram. Estou ansiosa pelo próximo e recomendo demais esse! 


A Editora Arqueiro disponibilizou por meio da sua newsletter um trecho do livro As Crônicas de Marte, que conta com quinze contos inéditos de vários autores. A organização do livro fica por conta de George R. R. Martin e Gardner Dozois.
 
imagem: Cássia Lessa
 
Sobre o livro: Uma princesa de marte e As crônicas marcianas, dos mestres Edgar Rice Burroughs e Ray Bradbury, foram clássicos que influenciaram a imaginação de milhões de leitores e mostraram que aventuras espaciais não precisavam se passar numa galáxia distante, a anos-luz da Terra, para serem emocionantes. Elas podiam ser travadas logo ali, no planeta vizinho. Antes mesmo do programa Mariner e da corrida espacial, a imaginação já povoava nosso sistema solar com seres estranhos e civilizações ancestrais, nem sempre dispostos a fazer contato amigável com a Terra. E, de todos os planetas que orbitavam o nosso Sol, nenhum tinha uma aura de maior romantismo, mistério e aventura do que Marte. Com contos escolhidos e ditados por George R. R. Martin e Gardner Dozois, As crônicas de Marte retoma esse sentimento ao celebrar a Era de Ouro da ficção científica, um período recheado de histórias sobre colonizações interplanetárias e conflitos antigos. Para essa missão, autores consagrados como Michael Moorcock, Mike Resnick, Joe R. Lansdale, S.M. Stirling, Mary Rosenblum, Ian McDonald, Liz Williams e James S. A. Corey foram convidados a revisitar o misterioso planeta vermelho, aqui representado como um destino exótico e desértico, com cidades em ruínas, civilizações impressionantes… e, é lógico, perigos inimagináveis.
 
Primeiras impressões: No trecho disponibilizado pela editora, uma parte do conto Sangue Marciano, conhecemos o cientista Omar Al-Baz, que vai para Marte em busca do sangue de um marciano, e o guia Ramsey. No conto vemos que os humanos invadiram Marte, Ramsey vive ali há muito tempo, e Omar quer provar que marcianos e humanos tem a mesma origem.
 
Apesar de ser uma ficção científica, a escrita é bem leve e envolvente, li 36 páginas super rápido e fiquei bem curiosa para saber o desfecho da história. O cenário é bem descrito e podemos ver que os humanos, para variar, colonizaram Marte de uma maneira completamente errada, fazendo com que os marcianos se tornassem nômade e evitassem contato.
 
Ramsey é contra a forma como tudo foi feito, as ideologias dos personagens são expostas e discutidas ao longo do conto. No trecho que a editora disponibilizou não temos a conclusão deste conto, mas fiquei bem interessada em comprar o livro para conferir o final e ler os outros contos, sem falar nesta capa que está linda!
 
Contem nos comentários o que acharam da premissa do livro ;) 



Olá pessoal!

Comecei 2018 com um livro bem bacana, Nosotros In USA, da autora Sonia Torres. O livro fala sobre a vida de latinos nos Estados Unidos, e ela faz isso analisando a literatura desses povos.

Ainda não conclui a leitura, mas até o momento estou gostando muito, é uma narrativa mais acadêmica, mas a linguagem que ela usa é bem simples. Eu indico para quem deseja conhecer melhor a história dessas pessoas que vão tentar a vida nos EUA, e para quem está afim de ler algo que não seja ficção.

imagem: Estante Virtual

Sinopse: Num plano fundamental, além das narrativas dos etnógrafos nativos, este livro, fala da experiência de travessia da própria autora que as interpreta. Articulando os saberes da crítica literária aos da história e da antropologia, Sonia Torres atravessa fronteiras disciplinares e investe corajosamente na proposta de um cânone reinventado que seja efetivamente poliglota, policultural e, sobretudo, includente.


Olá amoras e amores! Mais um ano se inicia e, com ele, aquela esperança de dias melhores, aquelas metas saindo do forno e projetos também. Algumas coisinhas vão mudar por aqui em breve! Mas hoje, eu trouxe uma playlist para iniciar 2018 com o pé direito. Que tal iniciar suas metas ouvindo um som?