Hoje, dia 18 de abril, é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil, e para celebrarmos essa data tão especial, preparei uma lista com livros de um autor que certamente marcou a infância: Monteiro Lobato.

 
Sobre o autor: José Bento Renato Monteiro Lobato foi um escritor, ativista, diretor e produtor brasileiro. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. 
 
Separei cinco livros que acho que apesar de não sermos mais crianças, valem a leitura:
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imagem: Livraria da Travesa
1 - O Picapau Amarelo: Depois de receber uma carta do Pequeno Polegar, Dona Benta aceita ter os habitantes do País das Maravilhas como os novos moradores do Sítio do Picapau Amarelo. Com a presença de Peter Pan, Dom Quixote, Branca de Neve, Aladim, Gata Borralheira e muitos outros personagens, o Sítio se torna palco de grandes aventuras e muitas confusões, como quando o Mar dos Piratas transbordou e alagou o castelo da Branca de Neve, causando medo na princesa e nos anões. Sem falar no triunfante resgate dos anões da torre ilhada pelos piratas do “Hiena dos Mares”, que depois tornou-se o “Beija-Flor das Ondas”, o iate de passeio da Turma do Sítio. Essas e muitas outras reinações estão por vir no Picapau Amarelo, o incrível sítio onde tudo pode acontecer.
 
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imagem: Livraria Cultura
2 - Dom Quixote das Crianças: Quem nunca ouviu falar de Dom Quixote e Sancho Pança, seu gorducho escudeiro? Adaptado por Monteiro Lobato, este livro traz as aventuras do cavaleiro que percorria o mundo em busca de justiça e de glórias. A história do fidalgo espanhol, escrita por Miguel de Cervantes, há mais de quatrocentos anos, continua emocionante como sempre. E aqui, recontada por Dona Benta, fica ainda mais saborosa. 
 
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imagem: Livraria Cultura
 3 - Reinações de Narizinho: Conhecido como a locomotiva do comboio da saga do Picapau Amarelo, “Reinações de Narizinho” reúne as onze histórias que Lobato começou escrevendo em 1920. Surgem ali Narizinho, Pedrinho, o Visconde, Rabicó, Tia Nastácia, e, claro, Emília, que comanda todas as travessuras em um misto de realidade e fantasia, trazendo à cena personagens clássicos da literatura infantil mundial, como Cinderela, Branca de Neve, o Gato Félix, todos ilustres convidados de cada uma das festas.
 
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imagem: Livraria Cultura
4 - Caçadas de Pedrinho: Nessa história, Pedrinho e uma expedição formada por Narizinho, Emília, Rabicó e Visconde de Sabugosa vão à caça de uma onça-pintada escondida na mata de taquaraçus perto do Sítio do Picapau Amarelo. Com muita valentia e um pouco de medo, essa turma arma a maior confusão entre os animais silvestres e se aventuram numa caçada arriscada, divertida e cheio de surpresas. 
 
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imagem: Saraiva
5 - Memórias da Emília: boneca de pano mais famosa da literatura brasileira resolve escrever suas memórias. E para realizar esta nobre missão, ela escolhe ninguém menos que o Visconde de Sabugosa para ser seu escriba. Porém, caprichosa como é, Emília mistura fatos reais e invenções, manda e desmanda no sábio sabugo de milho, maltrata Tia Nastácia e ralha com Dona Benta. E o Visconde, de pena e tinta na mão, toma nota de tudo com muita paciência, mas também aproveita a distração da boneca para dar sua versão da história. Neste livro, Emília (e o Visconde) filosofa sobre a vida e a morte, expressa suas visões de mundo e dá palpites sobre todos os assuntos do Sítio. E relembra suas aventuras com o anjinho da asa quebrada, com Popeye e o Capitão Gancho e a visita aos estúdios da Paramount Pictures, em Hollywood.
 
Encerrei a lista com minha personagem preferida do universo de Monteiro Lobato! Conta pra mim nos comentários quais os livros que marcaram sua infância?


Entre frases bonitas e palavras mal escritas eu falei de você, há se falei, contei a todos o que ninguém jamis poderia saber, ou talvez não quisessem saber. Falei com flores, temores, com palavras desconcertas em frases mal estruturadas, falei de noites perdidas, de dias em vão, de sorrisos repletos de lagrimas, de um amor nada convencional. Há quem diga que sou indecisa e sem precisão, que mal me encaixo no que eu digo e que com essa má formulação, é difícil me compreender, mas o que posso fazer, tudo é só para não dizer que não falei de você.


Olá! Semana passada a Editora Jangada divulgou o terceiro volume da série Diário de uma garota alquimista: "A poção mortal". Isso me lembrou que eu ainda não havia publicado a resenha do segundo volume, "A poção perdida". Gente, essa série me conquistou e não foi pouco. Para quem quiser ver a resenha do primeiro livro, está aqui.

Livro: A Poção Perdida (Diário de uma Garota Alquimista #2)
Título Original: Royal Tour, vol. 2 The Potion Diaries
Autor(a): Amy Alward
Editora: Jangada
Páginas: 448
Compare e Compre

Depois de vencer a Caçada Selvagem, salvando a Princesa Evelyn, a vida de Sam Kemi mudou completamente! Com uma avalanche de entrevistas na TV, o trabalho na loja de poções da família e os preparativos para acompanhar a Princesa – sua nova melhor amiga – numa grande viagem internacional, tudo parece estar indo muito bem, até que de repente não está mais...Alguém adulterou a mente do avô de Sam para tentar descobrir a fórmula da Aqua Vitae, uma poção capaz de curar qualquer doença e que estava perdida entre as páginas de um antigo diário da família Kemi. Sem suas memórias e precioso conhecimento, seu avô está cada vez mais perdido e confuso. E, conforme o tempo passa, seu estado só vai piorando. Agora, Sam precisa encontrar a receita perdida da poção mais poderosa do mundo, aquela que as pessoas matariam para pôr as mãos, e também tentar trazer as memórias do seu avô de volta. Trocando vestidos, príncipes e palácios por dragões, centauros e cavernas, Sam começa a aventura mais importante e perigosa de sua vida – na qual tudo pode acontecer!




A verdade é que esta um enorme caos aqui dentro. Faz tempo que não sei mais quem sou e muito menos o que estou fazendo, ou tentando fazer. A verdade é que o mundo se mostrou mais cruel do que eu imaginava e mais difícil de se lidar. Tudo é difícil. Clichê eu sei, mas o que posso fazer se me sinto num eterno filme de drama? 

Sorrir todos os dias dói. Sinto como se eu não passasse de um robô para o mundo, sem direito a problemas e muito menos dias de altos e baixos. Preciso ser perfeita perante o mundo, devo ouvi-los. Sem falar. Devo assentir. Sem criticar. Devo chorar em silêncio. No meio da noite, como o vento que assovia por entre as árvores na madrugada. Sozinha.

Está tudo um caos aqui dentro. Me sinto quebrada. Em farelos. Já tive tantos remendados que não há mais o que consertar. Esse deveria ser o fim. "Não se abata por uma dificuldade" sussurra o mundo, mas o que não entendem é que não há mais o que abater por aqui. Com calma junto os cacos que de mim caíram e coloco em um pote. É preciso mantê-los os um pouco mais, mesmo já o sentido transbordar.

Mais um fim que se aproxima e para no meio do caminho. São tantos iniciados e tão poucos terminados. Sinto que às vezes só sei começar e não tenho aquela força para terminar. Ou melhor, não há coragem. Coragem é o que me falta. Fé é que ainda me levanta. Fé de que um dia os fins acontecerão, fé de que um dia não haverá mais cacos, fé de que um dia o caos vire calmaria sem fim. Que tudo que transborda de mim deixe de me afogar. Fé de que nada mais me sufoque. Fé de que a fé foi o que me manteve.



imagem: Arquivo do blog
Olá pessoal,

Esta semana recebi o último conto dessa temporada de Contém um Conto, através do e-mail a Editora Companhia das Letras agradeceu a todos os leitores que apoiaram o projeto.

"Chegamos ao fim da nossa primeira temporada de “Contém um conto”. Obrigada por estar com a gente durante essa aventura, e esperamos que o gênero de  contos tenha ganhado um espaço ainda maior no seu coração. Ano que vem voltaremos com a segunda temporada, mas, enquanto isso, não deixe de acompanhar a Companhia das Letras e a Alfaguara nas redes sociais."

O conto "Aquela água toda", de João Anzanello Carrascoza narra uma experiência pela qual todos nós passamos quando fomos crianças: a de ir para a praia.

Essa leitura foi muito nostálgica, enquanto ele vai narrando a as sensações que o personagem sente enquanto arruma suas coisas para a viagem com a família para a praia você lembra de que sentia exatamente a mesma coisa quando era criança, aquela ansiedade de não conseguir dormir, torcer para que tudo desse certo, o momento em que chega na praia e corre para o mar...

Vocês podem imaginar o quão prazerosa é essa leitura, no final acontece um pequeno incidente, claro que não contarei o que é, mas não é nada que interfira nessa sensação de nostalgia, inclusive esse incidente colabora com um final ainda mais bonito para o conto.

Essa temporada de Contém um Conto foi ótima, confesso que pouco lia contos e esse projeto me proporcionou essa experiência. Aguardo ansiosamente a próxima temporada para também apresentar aos leitores aqui do blog novos contos!  



É com muita satisfação que estamos aqui comemorando o segundo aniversário do nosso De Cara Nas Letras. Há quatro anos tomamos a iniciativa de divulgarmos a literatura que tanto apreciamos. São quase 300 mil visualizações5 mil comentários, um pouco mais de 600 postagens literárias diversas e 375 livros resenhados. Com tudo isso, convidamos 21 amigos criadores de conteúdo para presentear vocês, leitores, com uma super promoção coletiva em forma de agradecimento pela boa companhia. Serão 21 livros divididos em 5 kits, sendo um ganhador por kit. Está tudo muito lindo! Esperamos que gostem e que possam participar. Antes de mais nada, não esqueçam de conferir o regulamento.

Sem mais delongas, vamos aos formulários e seus respectivos prêmios:



imagem: arquivo do blog


No conto O riso do morto, conto de Reginaldo Prandi, estamos em um velório em uma cidade de interior, todos estão muito tristes, alguns rezam, outros lamentam... até que o morto, deitado no caixão, sorri! É então que a confusão começa, e o resto você só saberá lendo o conto!

O conto de Reginaldo é super dinâmico e fácil de ler, a história, apesar de parecer ser macabra, é bem leve e divertida.

Segundo a editora Companha das Letras O riso do morto”, com outro formato, foi originalmente escrito para o livro Minha querida assombração, publicado pela Companhia das Letrinhas em 2003, mas acabou ficando de fora :(

Esse foi mais um conto que recebi através do projeto "Contém um conto" da editora Companhia das Letras, para conhecer os outros contos, é só ir na TAG "contos" aqui no blog!





O gotejar de uma torneira mal fechada era o único som que se estendia ao longo da casa agora silenciosa, quem pudera dizer que até pouco tempo ela estava barulhenta repleta de um turbilhão vindo de uma mente inquietante. Ela enfim, transbordou. Derramou tudo o que dele vinha durante um longo tempo, derramou tudo que pesava nela, derramou todo o excesso da vida.

O antigo piso de freixo trazia marcas de tempos difíceis, de noites em claro e de longos diálogos mal resolvido. A pia da cozinha rachados de discussões e empurrões resultados em longas noites em um hospital, na mesa duas xícaras pela metade, metade café e metade amargura, um velho carpete da sala ainda estendido em um varal do lado de fora com uma enorme manche de vinho de uma reunião que não acabou nada bem.

Ao longo da casa silêncio, tudo que se podia ouvir era do gotejar de uma torneira mal fechada no banheiro do andar de cima, onde ela derramara, derramara todas as noites mal dormidas, todas as brigas, todas as lagrimas, todas as angustias, onde ela derramara tudo o que vinha dele e que caia nela, tudo que a encharcava, tudo que á afogava.

Mas não derramou como um copo virado na mesa, ou como uma mangueira no jardim, não derramou como aquela cachoeira que deságua naquele rio, não ela não derramou assim, pelo contrário derramou para sempre, com fim, derramou até a ultima gota, até não ter volta e não ter como salvar o liquido perdido. A casa silenciosa estava ficando barulhenta novamente, uma mistura de gotejar com sirenes.


imagem: Arquivo do blog
Olá pessoa, como vocês estão?
No post de hoje trago mais um conto do projeto Contém Um Conto, onde a editora Companhia das Letras nos envia por e-mail um conto por semana.
O conto dessa semana foi "Sagui" de Maria Valéria Rezende.
Sagui é um conto muito subjetivo, dele pude entender que a protagonista, Irene, é uma garota de programa, que precisa sustentar sua mão e seu filho, ou talvez seu irmão mais novo, ela se refere aos dois como a "velha" e o "menino".


Foi divulgado na terça-feira, 13, o primeiro trailer de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, o segundo filme da franquia Animais Fantásticos, um spin-off de Harry Potter.

Você pode conferir o trailer aqui

imagem: Jovem Nerd


Sinopse do filme: No final do primeiro filme, o poderoso Bruxo das Trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou e começou a reunir seguidores, que em sua maioria desconhecem seu verdadeiro propósito: elevar os bruxos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) procura seu antigo aluno, Newt Scamander, que concorda em ajudar, sem saber dos perigos que o aguardam. Linhas são traçadas quando amor e lealdade são testados, mesmo entre os amigos e familiares mais verdadeiros, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.




A noite estava fria e vazia, tudo que se podia ouvir eram seus passos em meio as folhas secas e o assovio do vento por entre as arvores. O visor do celular em seu bolso apontava vinte duas horas em ponto, um tanto tarde para sua habitual caminhada. O trajeto da faculdade era um tanto longo, cerca de cinco longas, escuras e silenciosas quadras, ela caminhou em silencio seguindo o assovio do vento. Caminhou. Caminhou. Até que uma brisa gelada encontrou seu rosto e um arrepio percorreu sua espinha, uma lufada de folhas secas a encontrou bagunçando seus cachos avermelhados, ela piscou algumas vezes tentando eliminar a areia que tinha vindo com o vento, olhou em volta e notou que estava em frente a velha “Mansão Sanlin”, uma casa antiga, com uma historia trágica. O medo tomou conta dela de repente, suas pernas bambearam e seu coração parecia que iria sair pela boca, um assovio tomava conta do lugar, e não era o assovio do vento. Ela então se lembrou do que contavam sobre o lugar, ela se lembrou do assobiador. 

Os locais contavam a historia de uma família pobre que vivia por entre os becos de Holt, certa noite o homem conheceu alguém que lhe ofereceu riqueza em troca de alguns favores, favores esses que seriam cobrados com o tempo. Sem trabalho ou condições de sustentar sua família o homem aceitou a proposta sem questionar o que teria de fazer no futuro. No dia seguinte ele recebeu uma carta dizendo que herdara a velha mansão no final da St. Mathiew, apesar de ninguém saber ao certo quem era o dono daquela casa tão isolada. O homem conseguiu trabalho e pode dar uma vida digna a sua família e seguiram felizes por alguns anos. 

Cerca de dez anos depois os favores começaram a ser cobrados, um para ser mais especifico, o homem teria que atrair crianças até a entrada da velha mina e as deixar lá como oferenda a quem havia lhe dado um teto e comida, “não pode ser animais no lugar de crianças?” questionou o homem e um balanço negativo de cabeça lhe foi dado, “e como vou atrai-las?” questionou novamente e apenas disseram “assobie”. Naquela mesma noite duas crianças desapareceram, a principio o homem se sentia nauseado e desconfortável com toda aquela situação, mas ao passar dos dias tudo começou parecer mais fácil de se fazer. 

Ele saia na calada da noite e assoviava em baixo das janelas das crianças, um assovio que parecia uma melodia que os encantava e os guiava até a entrada da velha mina onde desapareciam e nunca mais eram vistas. O desespero e o medo tomou conta da pequena cidade de Holt, todos seguiram assim por longos cinco anos, sem saber qual seria a próxima vitima, depois de todo esse tempo todas as famílias de Holt haviam perdido uma criança exceto o homem e então a cidade começou a questionar. Alguém se lembrou de tê-lo visto conversando com alguém estranho certa noite e no dia seguinte ele tinha uma casa e um emprego. Eles começaram a pressioná-lo e ele apenas negava. Com medo, revoltados e cansados os moradores se reuniram e partiram em direção a velha mansão de Sanlin e enquanto eles dormiam atearam fogo na casa matando a todos, ou pelo menos era o que todos achavam. O homem havia saído naquela noite em busca de mais crianças, quando retornou tudo estava queimado e sua família estava morta então naquele instante tomado de ódio e de dor ele jurou que nenhuma família viveria em paz com suas crianças e que todas seriam mortas e então se entregou de vez ao espirito do assobiador. Há quem diga que esses foram os tempos mais sombrios de Holt e que poucas famílias conseguiram ver seus filhos crescerem depois disso. 

O visor de celular em seu bolso apontava vinte duas e trinta, não havia mais vento, não havia mais luz, havia apenas o som do assovio a chamando, ela apenas seguiu em direção a entrada da velha mina, assim como muitos antes dela.




Para os leitores de plantão: a editora Arqueiro está lançando o segundo livro da série de super-heróis da DC Comics assinada por escritores de sucesso para jovens.
Vamos conhecer um pouco melhor o livro Batman - Criaturas da Noite?
imagem: Leitor Compulsivo


Olá queridos leitores, em março o blog Vivendo Sentimentos irá completar 10 anos! Por isso, juntamos alguns blogs maravilhosos e preparamos um mega sorteio para vocês. Serão quatro ganhadores. Três deles ganharão 10 livros cada (que presentão não?!) + marcadores, e o quarto ganhará 8 livros, um caderninho e mais de 100 marcadores. É muito prêmio maravilhoso, então vamos comemorar junto e participar. Boa sorte para todos!
 
 



imagem: Companhia das Letras
Chega dia 16 de fevereiro nas livrarias o livro Depois da Queda, de Dennis Lehane, conheça um pouco mais sobre o livro: 

Sinopse: Depois de ter um colapso mental ao vivo, durante uma transmissão de TV, Rachel Child, antes uma jornalista obstinada e que desbravava o mundo, passa a viver totalmente reclusa. Fora isso, porém, ela leva uma vida ideal, com um marido que parece perfeito. Até que, numa tarde chuvosa, um encontro fortuito abala profundamente aquela vida perfeita, assim como seu casamento e ela mesma. Sugada por uma conspiração cheia de decepções, violência e loucura, Rachel precisa encontrar forças nela mesma para superar medos inimagináveis e verdades transformadoras. 
 


imagem: Arquivo do blog

Olá pessoal!

Hoje apresento à vocês mais um conto do projeto Contém um Conto, onde a Companhia das Letras nos envia por e-mail, uma vez por semana, um conto.

O conto de hoje, A história secreta dos mongóis, de Marcílio França Castro, foi retirado do livro Histórias Naturais.

Neste conto conhecemos um fotógrafo brasileiro e Serhat, um turco estudioso de mapas. Inclusive, é em torno de um mapa que essa história será desenvolvida.
 
O fotógrafo encontrou Serhat pela primeira vez em São Paulo, em uma livraria chamada Naquim, ele estava fazendo um ensaio sobre imigrantes chineses em São Paulo. 

“O verdadeiro problema dos mapas”, ele disse, “não é de escala ou de projeção; também não é de fidelidade ao território. O verdadeiro problema dos mapas é não conseguirem acompanhar a ação do tempo.” Essa conversa começou, me lembro bem, numa daquelas tardes em que fui fotografar na Nanquim, quando estava fazendo o ensaio sobre imigrantes chineses em São Paulo. Era o início de 2012, ano do bicentenário da imigração. Devo ter encontrado Serhat ali umas três ou quatro vezes. Ele ficava o tempo todo assentado em uma mesa no fundo da loja, com o abajur aceso e lupa na mão, examinando os mapas que Lao lhe trazia. A simpatia foi mútua, e logo fizemos amizade. Apesar de turco, Serhat fala um português excelente; acho que chegou a morar alguns anos em Salvador e no Rio."

Os dois se reencontraram anos depois em Istambul quando o fotógrafo estava fazendo um ensaio sobre "fronteiras".A partir dai a história se desenvolve em torno de um mapa mongol que Serhat encontrou.

Confesso o tema central desse conto pouco me atraiu, os personagens são cativantes, principalmente Serhat, parece que você sente a alegria dele enquanto lê o conto, mas a narrativa não me surpreendeu nem um pouco, é praticamente uma conversa de bons amigos sobre um objeto que um deles encontrou, mesmo no final, houve uma tentativa de um reflexão, mas não fluiu, infelizmente esse conto não conseguiu me cativar.



Hey! Não é segredo para ninguém que aqui no blog, sou amante tanto dos livros quanto dos filmes. Quando anunciam um livro virando filme então, tenho que conferir detalhe por detalhe, me emocionar quando cenas ganham forma, ou ficar irritada quando não é completamente fiel. Claro que adições fazem parte e ás vezes até melhoram algumas coisas. Bem, é hora de conferir quais dos livros vão ser adaptados para as telonas esse ano! 





Certo dia seguindo a trilha da vida me deparei com um obstaculo, algo grande e pesado que não me deixava seguir, tentei contornar, saltar, empurrar, mas nada resolvia, o obstaculo simplesmente não se movia então frustrada e cansada me sentei a sua frente e comecei a pensar no que poderia fazer, pensar em uma solução para resolver aquela situação.

Em meio a pensamentos me perdi no tempo e voltei ao inicio do caminho, como muitos dizem onde tudo começou, me lembrei de cada detalhe da estrada, das curvas que havia feito, dos atalhos perdidos e das entradas nunca antes visitadas por mim, me lembrei dos dias de sol quente, dos dias chuvosos e claro das sombras que poucas vezes encontrei, lembrei do cansaço que me abatia a cada noite fria que caia e eu simplesmente não conseguia dormir por não conseguir entender os caminhos e as curvas sem saída que eu encontrava.

Engraçado como tudo sai ao contrario do que planejamos, como um caminho florido pode se tornar em viagem perdida e como um caminho catastrófico pode terminar em uma bela cachoeira, engraçado como tudo sai ao contrário, ou somos nós que insistimos em fazer ao contrario? . Ali parada diante daquele obstaculo cheguei a uma questão, será que eu estava no caminho certo? E se não estivesse ainda haveria tempo para voltar, com essas e outras perguntas na cabeça me levantei e me virei para retornar logo a frente havia uma entrada para uma nova estrada então segui, não precisamos voltar o caminho todo para entender a vida, afinal reviver tudo não torna nada melhor, precisamos apenas abrir os olhos e enxergar novos caminhos, perceber quando é hora de tomar outra estrada, de relance olhei para trás onde estava o obstaculo e agora podia vê-lo com clareza, é claro, havia eu no meio do caminho. Não seja seu obstaculo.


Olá pessoal!
 
Hoje vou falar sobre o conto O escritor, sua mulher e o gato, da escritora Adriana Lisboa, o conto se encontra no livro O Sucesso.
 
Recebi o conto através de um e-mail da Companhia das Letras que está com um projeto super legal, o Contém um Conto, onde recebo um conto toda semana 💕
 
Em O escritor, sua mulher e o gato, conhecemos um fotógrafo que vai fotografar o escritor Gérard Baer, que fez muito sucesso com seu primeiro livro e depois foi esquecido, mas agora uma editora brasileira quer relançar suas obras após ele ganhar um grande prêmio.

A história se passa na França, onde vive o escritor com sua mulher Lucie e seu gato. O conto segue um ritmo super tranquilo com uma escrita bem leve, é aquele conto que você lê para passar o tempo mesmo sabe?

Ao longo do conto tudo dá completamente certo e você se questiona o que vai acontecer de diferente ali... Caros leitores, posso garantir que o que acontece nesse conto vai pegar você de surpresa, assim como me pegou e me deixou com o coração partido. Mas é claro que eu não vou contar que fato é esse porque estragaria a surpresa deste conto.

O que posso falar sobre os personagens, é que a impressão que me passou que todos eles são amargos, que tem uma mágoa da vida que carregam consigo, e nós sentimos um pouco desse clima ao longo do texto.

O conto é bem breve, eu li em uma hora mais ou menos e isso que estava no meu estágio então estava fazendo outras coisas também hahaha. Foi meu primeiro contato com a Adriana Lisboa e gostei muito, me lembrou um pouco do clima que senti lendo a Sombra do Vento de Carlos Ruiz Záfon, fiquei bem curiosa para conhecer outros contos da autora.

Quem se interessar pelo projeto Contém um Conto pode entrar no site da Companhia das Letras para se inscrever!


Hey people! Depois de uma semana de férias aqui no blog, voltamos a programação normal. Tirar um descanso às vezes é necessário, não é? Pois bem, para voltar distribuindo fofura, trouxe mais uma leva de ilustrações fofas das Princesas Disney. Já postei aqui elas mais "moderninhas", mas o trabalho da ilustradora chilena Fernanda Suarez está tão incrível que merece entrar na galeria. Vem comigo:




imagem: Facebook

→ Leia o primeiro capítulo do livro aqui.

Olá pessoal!

Acabei de ler o primeiro capítulo de É Assim Que Acaba, da Colleen Hoover e decidi postar aqui no blog da Ju as minhas primeiras impressões sobre.

Sinopse: Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. Ela percorreu um longo caminho desde a infância, em uma cidadezinha no Maine: se formou em marketing, mudou para Boston e abriu a própria loja. Então, quando se sente atraída por um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo parece perfeito demais para ser verdade. Ryle é confiante, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e se sente atraído por Lily. Porém, sua grande aversão a relacionamentos é perturbadora. Além de estar sobrecarregada com as questões sobre seu novo relacionamento, Lily não consegue tirar Atlas Corrigan da cabeça — seu primeiro amor e a ligação com o passado que ela deixou para trás. Ele era seu protetor, alguém com quem tinha grande afinidade. Quando Atlas reaparece de repente, tudo que Lily construiu com Ryle fica em risco.
 
Opinião: Há muito tempo que não leio um romance que me prendeu tão rápido como É Assim Que Acaba! Esse foi o meu primeiro contato com Colleen Hoover e já quero mais, li apenas o primeiro capitulo da história e fiquei morrendo de curiosidade para ler todo o livro e descobrir como o romance entre Lily e Ryle se desenrola.
 
Lily acabou de enterrar seu pai quando conhece Ryle, os dois logo desenvolvem um diálogo que prende o leitor e os dois personagens se interessam um pelo outro rapidamente, o problema é que Ryle logo pensa em sexo casual com Lily, e ela não curte a ideia, isso até Ryle se aproximar um pouco mais dela... E o resto é spoiler!
 
Esse romance parece ser daqueles que te prende até você terminar de ler o livro, preciso dizer que já me apaixonei pelo Ryle hahaha. Deixem nos comentários o que vocês acharam da premissa do livro, se já leram... Enfim, quero saber a opinião de vocês!


Escrevo-te estas mal traçadas linhas com palavras de agradecimentos, talvez não seja o que queira ler, talvez o que deseje seja apenas um bilhete escrito "estou indo", mas mesmo não querendo lhe envio esta carta. Sessenta dias se passaram e nos estamos aqui intactos, vivos, talvez com alguns arranhões mas nada que um dia apos o outro não cure, o destinho foi cruel algumas vezes, nos fez participantes de uma prova de resistência mortal pode-se dizer, mas é como disse Camões "o amor é fogo que arde", se você não se submeter a alguns queimadinhos básico não é digno deles, mas nos submetemos, resistimos e vencemos.

Dias de paz reinam, como se nenhuma batalha tivesse sido travada, o nosso amor é o rei e nós seus servos, meio Rei Arthur eu sei, mas você me conhece, sou uma sonhadora. busco acima de tudo a nossa paz e conseguimos não é mesmo? Dois meses de paz, amor, compreensão nas horas necessárias, de cumplicidade, de amizade, dias de risos sem sentido, de palavras doces, de saudade, afinal os 2.100 km ainda nos assombra, mas falta tão pouco não é? Sim falta e quanto mais perto fica, mais ansiosa eu fico, nevosa, esperançosa, acredito que o que tiver de ser, será, já lutamos tanto para chegar até aqui, já passamos por tanta provação não acredito que não dará certo dessa vez, acredito que tudo tem seu tempo e que cada segundo longe de você valera a pena e serei recompensada em dobro ao seu lado.

Agradeço-lhe pelos dias difíceis, pelos dias de amor, por estar ao meu lado, pelas longas conversas ao telefone, pela paciência em me ensinar a jogar pokemon (risos) foi uma tragedia devo confessar, por tudo, por ser meu mundo, meu porto seguro, meu guia, meu menino, meu príncipe, pela alegria de ter você, por poder contar com você para me incentivar, por ser a minha inspiração diária. Agradeço-lhe por esses sessenta dias maravilhosos de milhares que ainda viração, por sermos um só, um só coração, um dia seremos três se o futuro permitir.

"Ainda que mil anos se passem meu coração pertencerá a uma unica pessoa...você."

Para: O meu príncipe distante!


Título: Bruxas: Laços de Magia
Autora: Tiffany Calligaris
Livro #1 da saga Witches
Editora: Planeta (Selo Outro)
Número de páginas: 318
Skoob

O livro acompanha o dia a dia da universitária Madison Ashford, que cursa Design Gráfico na Universidade Van Tassel, em Boston. Ela está no segundo ano e divide um pequeno apartamento com sua melhor amiga, Lucy. Madison namora Derek, atleta da instituição, mas quando o misterioso e atraente Michael Darmoon inicia seu curso em sua classe, ela se sente estranhamente atraída por ele. Na mesma época em que Michael e suas exóticas primas, todos nascidos em Salem (a terra das bruxas), se mudam para Boston, situações bizarras começam a ocorrer no campus e Madison acaba sendo alvo de alguns desses acontecimentos. Este romance da best-seller argentina Tiffany Calligaris vai agradar a fãs de Harry Potter e Crepúsculo.

Eu nunca havia lido nada de literatura argentina, o que é até vergonhoso visto que moro perto da fronteira, mas infelizmente os livros argentinos não costumam ser muito populares por aqui e acabo lendo outras coisas. Quando esse livro chegou, achei a capa bacana, mas meio apelativa, porém me interessei porque adoro a temática de bruxas e acho que esse é um universo que ainda pode ser bem explorado nos próximos anos. Não costumo ser uma leitora de romances sobrenaturais adolescentes, mas me joguei na leitura desse e não me arrependi. 

O que achei que fosse ser uma história boba sobre mais um triângulo amoroso sobrenatural se transformou num livro que devorei em um dia. Sim, um dia. Literalmente não consegui largá-lo antes de finalizar a leitura porque precisava saber o que aconteceria com as personagens. 


Tiffany Calligaris se mostrou uma surpresa total porque ela transformou uma história que poderia ser apenas mais uma em um livro bacana, com muita referência histórica às bruxas de Salem e à perseguição que as bruxas sofreram ao longo dos anos. 

“[...] Gatos pretos, Dia dos Mortos, fantasmas... Tinha alguma coisa acontecendo, alguma coisa que eu estava insistindo em ignorar.”

A história parece simples, mas vai se complicando à medida que assassinatos envolvendo um ritual macabro e bizarro vão surgindo na universidade. Madison tenta não dar importância a esses assuntos, mas eles a acabam atingindo de uma forma impactante e terrível. 

A única coisa de que não gostei na história é que Michael, o "mocinho", tem atitudes muito abusivas com a Madison e sinceramente espero que a autora melhore isso nos próximos livros porque não há carinha bonita que segure um relacionamento abusivo. 

Não sei quando sairá o próximo volume da série (que já tem 5 volumes na Argentina!), mas espero que a editora Planeta os publique logo e continue com o ótimo trabalho de revisão e diagramação que fizeram. Estou ansiosa pelo próximo e recomendo demais esse! 


A Editora Arqueiro disponibilizou por meio da sua newsletter um trecho do livro As Crônicas de Marte, que conta com quinze contos inéditos de vários autores. A organização do livro fica por conta de George R. R. Martin e Gardner Dozois.
 
imagem: Cássia Lessa
 
Sobre o livro: Uma princesa de marte e As crônicas marcianas, dos mestres Edgar Rice Burroughs e Ray Bradbury, foram clássicos que influenciaram a imaginação de milhões de leitores e mostraram que aventuras espaciais não precisavam se passar numa galáxia distante, a anos-luz da Terra, para serem emocionantes. Elas podiam ser travadas logo ali, no planeta vizinho. Antes mesmo do programa Mariner e da corrida espacial, a imaginação já povoava nosso sistema solar com seres estranhos e civilizações ancestrais, nem sempre dispostos a fazer contato amigável com a Terra. E, de todos os planetas que orbitavam o nosso Sol, nenhum tinha uma aura de maior romantismo, mistério e aventura do que Marte. Com contos escolhidos e ditados por George R. R. Martin e Gardner Dozois, As crônicas de Marte retoma esse sentimento ao celebrar a Era de Ouro da ficção científica, um período recheado de histórias sobre colonizações interplanetárias e conflitos antigos. Para essa missão, autores consagrados como Michael Moorcock, Mike Resnick, Joe R. Lansdale, S.M. Stirling, Mary Rosenblum, Ian McDonald, Liz Williams e James S. A. Corey foram convidados a revisitar o misterioso planeta vermelho, aqui representado como um destino exótico e desértico, com cidades em ruínas, civilizações impressionantes… e, é lógico, perigos inimagináveis.
 
Primeiras impressões: No trecho disponibilizado pela editora, uma parte do conto Sangue Marciano, conhecemos o cientista Omar Al-Baz, que vai para Marte em busca do sangue de um marciano, e o guia Ramsey. No conto vemos que os humanos invadiram Marte, Ramsey vive ali há muito tempo, e Omar quer provar que marcianos e humanos tem a mesma origem.
 
Apesar de ser uma ficção científica, a escrita é bem leve e envolvente, li 36 páginas super rápido e fiquei bem curiosa para saber o desfecho da história. O cenário é bem descrito e podemos ver que os humanos, para variar, colonizaram Marte de uma maneira completamente errada, fazendo com que os marcianos se tornassem nômade e evitassem contato.
 
Ramsey é contra a forma como tudo foi feito, as ideologias dos personagens são expostas e discutidas ao longo do conto. No trecho que a editora disponibilizou não temos a conclusão deste conto, mas fiquei bem interessada em comprar o livro para conferir o final e ler os outros contos, sem falar nesta capa que está linda!
 
Contem nos comentários o que acharam da premissa do livro ;) 



Olá pessoal!

Comecei 2018 com um livro bem bacana, Nosotros In USA, da autora Sonia Torres. O livro fala sobre a vida de latinos nos Estados Unidos, e ela faz isso analisando a literatura desses povos.

Ainda não conclui a leitura, mas até o momento estou gostando muito, é uma narrativa mais acadêmica, mas a linguagem que ela usa é bem simples. Eu indico para quem deseja conhecer melhor a história dessas pessoas que vão tentar a vida nos EUA, e para quem está afim de ler algo que não seja ficção.

imagem: Estante Virtual

Sinopse: Num plano fundamental, além das narrativas dos etnógrafos nativos, este livro, fala da experiência de travessia da própria autora que as interpreta. Articulando os saberes da crítica literária aos da história e da antropologia, Sonia Torres atravessa fronteiras disciplinares e investe corajosamente na proposta de um cânone reinventado que seja efetivamente poliglota, policultural e, sobretudo, includente.


Olá amoras e amores! Mais um ano se inicia e, com ele, aquela esperança de dias melhores, aquelas metas saindo do forno e projetos também. Algumas coisinhas vão mudar por aqui em breve! Mas hoje, eu trouxe uma playlist para iniciar 2018 com o pé direito. Que tal iniciar suas metas ouvindo um som?