Ah,segunda-feira! Quantas pessoas não se sentem depressivas neste dia da semana? Não sei se já falei aqui, mas adoro trilha sonora de filmes e séries! É quase um vício: assisto algum filme e já procuro logo o nome da música/banda. Hoje trago um top com 10 músicas de filmes e seriados para levantar as boas energias e desejar uma boa semana (tem feriado, eba!)

1- A Thousand Miles - Vanessa Carlton - Quem, só de ouvir essa música não lembra do filme "As branquelas", e sai cantando fazendo caras e bocas?




Olá! Hoje a resenha é de um filme. Fui ao cinema sem saber da história e só sabia que era um best-seller (nem que é uma saga eu sabia). Então foi bom, porque pude tirar minhas próprias conclusões, independente dos livros.


DIVERGENTE  (Divergent, EUA, 2014)
Gênero: Ficção Científica
Duração: 139 min.
ElencoShailene Woodley, Kate Winslet, Ansel Elgort, Christian Madsen, Jai Courtney,  Maggie Q, Ashley Judd, Ben Lloyd-Hughes,Mekhi Phifer, Miles Teller, Ray Stevenson, Theo James, Tony Goldwyn, Zoë Kravitz
RoteiristasEvan Daugherty, Vanessa Taylor
DiretorNeil Burger 

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.


Há exatamente 4 anos, fiz um post no blog, falando sobre minha paixão platônica que se transformou em um amor de verdade. Na época, tinha apenas 9 meses de relacionamento e escrevi um texto até que bem fofinho. Se você não viu, clica aqui: De repente é amor. Eu sei, minha escrita era diferente e eu usava muitas gírias, rs. Mas relevem, eu tinha apenas 17 aninhos!
Hoje, venho aqui para falar não desse amor, mas de outro, sim porque depois de 5 anos, mesmo tendo um relacionamento com a mesma pessoa, houveram algumas alterações. Esse amor está mais maduro e embora não seja nada fácil manter um relacionamento com alguém que tenha algumas diferenças (sorry, meninas, nada de conto de fadas), confesso que somos bem felizes.


Mês passado, andando em uma feira de livros encontrei um romance policial que me chamou atenção: pela capa, pela crítica: "Certeiro feito uma bala perdida. Um retrato arrasador da cidade do Rio de Janeiro" e pelo preço. Resolvi arriscar, pois conheço algumas crônicas do autor e sei que ele foi um dos mais importantes cronistas do país. Então vamos lá!

Título: Terror e êxtase
Autor: José Carlos de Oliveira
Páginas: 126
Editora: Eudioro
SINOPSE: A obra gira em torno de Heleninha, cocotinha de Ipanema, 17 anos, que segue ao lado do temido bandido 1001, ladrão e assassino criado na Baixada Fluminense. Com um tresoitão na cintura e comparsas: Tatuzinho, Boca Torta e Minhoquinha, 1001 aterroriza a zona sul do Rio de Janeiro e só faz aumentar a paixão que Heleninha sente por ele. Entre Beatles, Janis Joplin, uísque, baseados, pó e muita crueldadem José Carlos Oliveira retrata em ritmo alucinante a criminalidade e o desbunde da dita "Cidade Maravilhosa" na década de 1970.



Quando o título do episódio só faz sentido quando se assiste...




Como já mencionei, o blog agora também vai focar em resenhas de livros, filmes e séries. Começo pelo último episódio de "The Vampire Diaries". Assisto a série há algum tempo e é notável a diferença da temporada atual para as 3 primeiras. Quando achamos que os plots e subplots vão dar um diferencial, os produtores caem na mesmice. Ao menos essa 5ª temporada está tentando, e tem alguns momentos que nos fazem lembrar do ritmo aqui já mencionado. O episódio foi dirigido por Paul Wesley, que soube conduzir a nova história em torno dos viajantes e os sonhos Stelena. Sério, como Stelena assumida, devo dizer que foi muito bom ver uma realidade alternativa, com direitos a filhos e tudo. Começamos o episódio assistindo a um primeiro-outro encontro do (ex) casal. E quantas vezes já ouvimos e suspiramos ao ouvir: "I'm Elena" , "I'm Stefan" nessa série?





Quinta-feira. 17 de abril de 2014. Morre Gabriel García Marquez. 87 anos. Colombiano. Nobel de Literatura. Autor de "Cem anos de solidão", "Amor nos tempos de cólera", entre outros. Grande perda. E novamente, milhares de pessoas sofrem, e principalmente, agem como se fosse o maior ídolo. Foi assim com Amy, Chorão, e tantos outros. Não que eu queira julgar, longe disso. A morte mexe mesmo com cada um, de uma maneira. Há pessoas que estão confundindo o escritor, com o ator Gael García Bernal, que atuou em filmes como "Diário de motocicleta", "Pronta para amar", "Ensaio sobre a cegueira". Não foi o ator que morreu. Foi o escritor, tão maravilhoso. Como eu disse, cada um lida a sua maneira. O presidente norte-americano, Barack Obama afirmou que "O mundo perdeu um dos maiores e mais visionários escritores, um dos meus preferidos desde que eu era jovem". Já  Luís Fernando Veríssimo, sempre lúcido, declarou que García Márquez mudou a ótica do mundo com relação à América do Sul. E mudou mesmo. Eu confesso que antes de ingressar na faculdade, não conhecia tanto a obra do autor, e foi estudando Espanhol, que pude conhecer e me encantar. No segundo período, apresentei um seminário sobre um conto "Un señor muy viejo con unas alas enormes", um misto de realidade e fantasia, com um pano e fundo daqueles que nos faz pensar.  Outros trabalhos surgiram no decorrer da graduação. E além da obra, sempre temos que aprender um pouco da vida pessoal, da biografia, e descobri o Nobel em 1982, o interesse de Gabo por cinema, e sua autobiografia "Vivir para contarla" (que já entra para a lista dos livros que preciso adquirir).

Semestre passado, em mais um seminário de Espanhol na faculdade, dessa vez voltado para a prática docente no Ensino Fundamental, deveríamos apresentar um cânone na atividade, e escolhemos Gabriel.  Deveríamos extrair um pequeno fragmento da obra do autor e optamos por "Cem anos de solidão", e  confesso: nunca li o livro todo. Ele é enorme e estudante de Letras sabe bem que não pode ler o que deseja, e sim o que mandam. A história de uma de suas obras mais notáveis, gira em torno da família Buendía na cidade fictícia de Macondo, desde sua fundação até a sétima geração -, e foi considerada um marco da literatura latino-americana e exemplo único do estilo a partir de então denominado "Realismo Fantástico".
Posso ter o prazer de dizer que estudei e conheci um pouco da vida desse autor único. Do cânone da Literatura latino-americana. Vai com Deus, Gabo. Estará sempre presente através de seus magníficos feitos. Não é qualquer um que consegue exprimir, expressar e criar de maneira tão sensível, de agir e de lutar.  


                                     


Voltei! Há uma semana decidi voltar para a blogsfera. Porém, construí outro blog, em outro site, tudo novo. Até realizar uma pesquisa no google e rever esse espaço aqui. Resolvi esquecer o outro, reativá-lo e fincar raízes.

A ideia mudou, afinal, minha última postagem aqui tem 3 anos e creio que amadureci (um pouco, rs). Então, agora as "coisas da ju" estarão voltadas para o que mais gosto de fazer: comentar, resenhar, escrever crônicas...
Sejam bem-vindos de volta! Dessa vez é para valer.
Hasta luego.